Se você já se perguntou como algumas operações em altura são feitas com segurança e o que rege esse tipo de atividade, posso te garantir que está longe de ser algo improvisado. Minha experiência em segurança do trabalho e o contato diário com profissionais de diferentes áreas só reforçam a importância de regulamentações como a norma para trabalhos em altura. Por isso, decidi apresentar neste artigo tudo o que você precisa entender para trabalhar ou gerenciar equipes que atuam nesses cenários.
O que é trabalho em altura e qual o conceito segundo a legislação?
Quando converso com alunos em sala de aula ou online, a primeira dúvida costuma ser: O que define o trabalho em altura? Segundo as regras atualizadas, qualquer atividade realizada acima de dois metros do nível inferior, e que ofereça risco de queda, já entra nessa categoria.O conceito de trabalho em altura não se limita à altura em si, mas envolve o risco potencial de queda e suas consequências para integridade física do trabalhador.Ou seja, se há desnível, mesmo que a altura pareça baixa, mas existe risco real, os cuidados devem ser os mesmos.
Em minha rotina, vejo muitos profissionais subestimando esse ponto. Sobe-se em um andaime, escada, telhado ou plataforma elevatória sem o devido planejamento, apenas porque a tarefa parece rápida. Isso é um erro que pode custar caro tanto para a empresa quanto para o trabalhador.
Por que existe uma norma específica para trabalho em altura?
Quando olhei a fundo as estatísticas brasileiras de acidentes de trabalho, percebi como as quedas são frequentes e responsáveis por traumas sérios e até mortes. De acordo com dados oficiais e recursos disponíveis na consulta pública para atualização da NR-35, um dos objetivos centrais da norma é harmonizar as exigências nacionais à saúde e integridade de quem realiza serviços nessas condições.A regulamentação específica protege vidas, define responsabilidades e busca evitar os acidentes silenciosos que persistem no cotidiano do trabalhador brasileiro.
No setor da construção civil, quantidade de acidentes diminuiu ao longo dos anos graças à implementação rigorosa das orientações presentes na legislação. Empresas de manutenção industrial, grandes eventos e até serviços de limpeza predial fazem uso dos mesmos critérios.
Quais são as obrigações das empresas e dos trabalhadores?
A legislação não direciona cuidados apenas ao trabalhador: ela exige que empresas criem uma cultura de prevenção. Eu gosto de dividir as obrigações em três grandes áreas:
- Garantir a análise e o gerenciamento dos riscos.
- Fornecer treinamento, capacitação e reciclagem regular.
- Disponibilizar equipamentos de proteção individual adequados, sempre inspecionados.
Do lado do colaborador, existe o dever de usar corretamente os EPIs (equipamentos de proteção individual), comunicar condições inseguras e seguir à risca os procedimentos estabelecidos para cada tarefa. Comportamento seguro é resultado de orientação clara, treinamento constante e um ambiente organizacional comprometido com a proteção coletiva.
Já presenciei situações em que até profissionais experientes falharam em rotinas simples por acharem que “já sabiam de tudo”. Entendi, na prática, o quanto a revisão periódica dos protocolos é fundamental.
Atualizações previstas na NR-35 para 2026 e consulta pública
O processo de revisão e atualização das normas é dinâmico e reflete a evolução das tecnologias, metodologias e a necessidade real das empresas. Agora, a abertura da consulta pública para revisão da NR-35 já apresenta luzes sobre o que deve mudar nos próximos anos, principalmente alinhando as exigências ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, planejado pela NR-01.
Normas se atualizam porque o ambiente de trabalho também muda.
Entre as principais propostas, vejo pontos como:
- Maior integração entre gestão de riscos e procedimentos práticos.
- Foco em comunicação de perigos e participação dos trabalhadores.
- Detalhamento de responsabilidades sobre manutenção e inspeção dos sistemas de segurança.
- Simplificação de processos burocráticos, sem diminuir a exigência técnica.
Profissionais que buscam crescimento precisam se atualizar, e buscar informação em fontes confiáveis, como a própria categoria sobre segurança do trabalho em nosso blog, é uma forma de se destacar no mercado.
Capacitação, treinamento e reciclagem: quem pode trabalhar em altura e como se preparar
Em todo curso e treinamento voltado para trabalho em altura que ministrei ao longo dos anos, reforço que nenhuma pessoa pode executar atividades em altura sem antes ser treinada e considerada capacitada. Não por acaso, o processo de formação é controlado, documentado e envolve etapas teóricas e práticas, adaptadas para as condições do trabalhador.
Segundo a norma, os requisitos para capacitação abrangem:
- Avaliação médica atualizada, sem restrição para a função.
- Participação em treinamento inicial com carga horária mínima de oito horas.
- Conteúdo específico sobre riscos, EPIs, sistemas de ancoragem e condutas em emergência.
- Realização de reciclagens periódicas, normalmente anuais, ou sempre que houver mudança de atividade, técnica ou ocorrer algum acidente/incidente.
Aqui na MA Consultoria e Treinamentos, sempre orientamos alunos e empresas sobre a necessidade de documentar todos os treinamentos, registrar listas de presença, avaliações e certificados. Sem esse controle, a empresa fica vulnerável perante eventuais fiscalizações ou auditorias.
O papel dos simulados e treinamentos práticos
Neste universo, teoria e prática andam juntas. Já ouvi relatos de profissionais que salvaram a vida de colegas após um simulado bem orientado. Por isso, as atividades práticas simuladas são parte obrigatória em formações sérias, pois permitem que o trabalhador compreenda limites, tome decisões rápidas e domine equipamentos e procedimentos sob pressão.
Quando fazer a reciclagem?
Essa é uma das dúvidas mais comuns que chegam a mim. A reciclagem deve ocorrer, a princípio, a cada doze meses. Recomendo, conforme situações observadas em campo, antecipar esse prazo se houver alteração no tipo de trabalho, mudança de equipamentos ou procedimentos, ou se o colaborador ficar afastado das atividades por mais de noventa dias.

Equipamentos de proteção individual (EPIs): quais são e como devem ser usados?
Entre todos os recursos oferecidos para proteção em altura, os EPIs ocupam lugar de destaque. Em auditorias e inspeções de campo que realizo, noto o impacto positivo do uso correto desses itens.
EPIs para trabalho em altura vão além do cinto de segurança. A lista mais recomendada pela legislação envolve:- Capacetes de segurança com jugular.
- Cintos de segurança tipo paraquedista, com pontos de ancoragem adequados.
- Talabartes (simples, duplo ou com absorvedor de energia).
- Trava-quedas e cordas de segurança.
- Luvas, calçados antiderrapantes e óculos de proteção.
Não basta fornecer: é preciso verificar. A decisão sobre qual EPI usar exatamente depende da avaliação de riscos de cada tarefa. Um eletricista trabalhando em poste, por exemplo, precisa de talabarte específico e isolamento adequado. Já o trabalhador em limpeza de fachada predial exige sistemas de descida e ascensão diferenciados.
Inspeção e manutenção dos equipamentos
Pouco adianta investir em equipamentos se a rotina de checagem for negligenciada. Cada EPI tem vida útil e precisa passar por inspeção antes e após o uso. As empresas devem manter registros dessas inspeções, treinar o trabalhador para identificar sinais de desgaste ou danos e providenciar substituição imediata quando necessário.

Sistemas de ancoragem: opções, inspeções e cuidados
Pouco se fala, fora do universo técnico, sobre o papel fundamental da ancoragem. O sistema de ancoragem é a garantia de que, mesmo em caso de queda, o trabalhador estará seguro e não sofrerá impacto direto no solo. No dia a dia, há várias alternativas, que devem ser escolhidas conforme o tipo de trabalho e a estrutura do local.
Costumo explicar em minhas aulas que um bom ponto de ancoragem deve suportar com folga o peso do trabalhador, ferramentas e eventual impacto de queda. Os principais tipos incluem:
- Ancoragens permanentes (fixas em lajes, vigas ou colunas).
- Ancoragens provisórias (fixadas temporariamente em estruturas robustas).
- Trilhos e cabos de vida (rígidos ou flexíveis).
- Tripés e sistemas portáteis para espaços confinados.
Cada sistema pede inspeção periódica, recomendada inicialmente a cada uso, mas também por profissional habilitado em intervalos regulares, conforme manual do fabricante. Usar um ponto de ancoragem inseguro neutraliza todas as outras medidas de proteção.
A documentação sobre certificação, data de instalação, revisões e eventuais reparos dos sistemas de ancoragem deve sempre estar acessível para consulta, principalmente em fiscalizações.
Análise de riscos e elaboração de procedimentos: como prevenir acidentes?
Não me canso de frisar que toda atividade em altura começa no papel, com análise de riscos detalhada, planejamento e descrição clara dos procedimentos. Isso evita interpretações subjetivas e improvisos durante o serviço.
Principais etapas da análise de riscos:
- Levantamento das características do local (altura, presença de energia elétrica, obstáculos, clima, estruturas próximas, circulação de pessoas).
- Identificação dos riscos potenciais (queda, choque elétrico, desprendimento de materiais, exposição a intempéries).
- Definição das medidas de controle (EPIs, EPCs, sinalização, isolamento da área, comunicação).
- Estudo do acesso, resgate e procedimentos de emergência.

Na minha vivência, já acompanhei operações que demoraram mais na etapa de planejamento do que durante a execução. E, sinceramente, foi nesses casos em que nada de grave aconteceu. O rigor técnico traz benefícios que vão além do simples cumprimento de norma: ajuda a salvar vidas, proteger negócios e profissionalizar o setor.
Medidas preventivas para diferentes cenários
Cada segmento exige cuidados específicos. O trabalhador de manutenção industrial, por exemplo, enfrenta riscos distintos dos profissionais que atuam em telecomunicações ou montagem de estruturas metálicas.
- Em obras civis: É feita a proteção de periferia, uso correto de andaimes e plataformas elevatórias, bloqueio de acessos não autorizados.
- Na manutenção elétrica: Prioriza-se desligamento de circuitos, aterramento e uso de EPIs isolantes.
- Na limpeza e manutenção predial: Uso de linhas de vida, cadeirinhas, e autorização formal para acessar áreas externas.
- Em eventos e montagem de estruturas temporárias: Sinalização reforçada, limitação de acesso e monitoramento contínuo das condições climáticas.
Estas adaptações são essenciais e podem ser aprofundadas em outros conteúdos sobre formação profissional.
Documentação, planejamento e simulação: a base de toda operação segura
Documentar todos os procedimentos, capacitação, inspeções e ocorrência de incidentes é o que respalda a conduta das empresas e dos colaboradores. Gosto de salientar, em treinamentos da MA Consultoria e Treinamentos, a relação direta entre organização documental e credibilidade perante o mercado e órgãos reguladores.
Sem planejamento e documentação, toda operação é um risco desnecessário.
Os documentos indispensáveis envolvem:
- Programa de gerenciamento de riscos.
- Análise preliminar de risco para cada atividade.
- Fichas de EPI e laudos de inspeção.
- Registros de treinamentos e reciclagens.
- Procedimentos para resgate e emergência.
A execução periódica de simulados de resgate e evacuação não é mera formalidade. Já vivenciei situações em que, sem os simulados, os procedimentos de emergência teriam fracassado. Em caso de queda, cada segundo conta e a equipe precisa reagir como uma máquina bem treinada.
Como a conformidade técnica previne acidentes e valoriza o profissional de segurança?
Sempre afirmei nos treinamentos que cumprir a legislação vai além de atender à fiscalização. Manter conformidade significa proteger trabalhadores, diminuir custos com afastamentos, processos e evitar perdas humanas irreparáveis.
Empresas que respeitam a legislação:
- Reduzem acidentes e interrupções nas operações.
- Ficam menos expostas a multas e sanções.
- Ganham reconhecimento no mercado e atraem talentos.
- Transformam o profissional de segurança do trabalho no centro de decisões estratégicas.
Em minha experiência, já vi jovens profissionais de segurança do trabalho se destacarem nas empresas e conquistarem promoções rápidas simplesmente por mostrarem domínio e atualização sobre a norma para trabalho em altura. Conhecimento técnico atualizado soma pontos, especialmente se comprovado com certificação imediata, como oferecemos na modalidade online.

Exemplos práticos e histórias reais: quando a norma faz toda diferença
Prefiro compartilhar experiências pontuais, pois sei que elas tornam as orientações da legislação mais próximas do dia a dia. Anos atrás, acompanhei o caso de uma manutenção em altura numa indústria alimentícia. Antes do início, a equipe fez um check-list rigoroso dos EPIs, testou o ponto de ancoragem e passou por simulado de resgate.Poucas horas depois, um trabalhador escorregou num piso molhado, mas o sistema de trava-quedas funcionou perfeitamente. O acidente terminou sem feridos. Caso os protocolos tivessem sido ignorados, a história seria outra.
Outro episódio marcante veio da área de telecomunicações. Técnicos, por rotina, costumavam não documentar suas atividades ao subir em torres. Após o início da fiscalização mais rigorosa, e com treinamento anual garantido, a empresa não voltou a registrar acidentes graves.
Na área de eventos, já presenciei exemplos em que o simples isolamento da área, correto uso dos cintos e acompanhamento de profissionais treinados fizeram toda diferença para que ninguém se machucasse, mesmo com eventos inesperados como rajadas de vento. Histórias como estas mostram que a normativa não é um entrave, mas o caminho para a excelência em segurança.
Profissionalização contínua: atualização, oportunidades e diferenciais
Para quem busca se desenvolver, recomendo fortemente uma rotina de atualização constante. As empresas valorizam cada vez mais colaboradores com domínio de todas as exigências da legislação, incluindo as nuances que trazem as novas versões e futuras exigências da norma.
- Participe de fóruns de discussão, webinars e treinamentos especializados.
- Acompanhe as atualizações técnicas pelo site oficial das consultas públicas.
- Leia artigos e notícias nas áreas de segurança e saúde do trabalho.
- Procure treinamentos que unem teoria e prática, como os oferecidos pela MA Consultoria e Treinamentos.
Quem se antecipa e foca nessa preparação acaba tornando-se referência dentro da empresa. A certificação, além da segurança, é um potente diferencial competitivo no mercado.
NR-35 e outras normas: integração e gestão de riscos ocupacionais
Outro aspecto que costumo destacar é a necessidade de integrar as diferentes normas regulamentadoras. A NR-35, que trata do trabalho em altura, dialoga diretamente com normas como a NR-01 (que trouxe o conceito de gerenciamento de riscos ocupacionais), NR-10 (segurança em instalações elétricas), e várias outras. Uma política de segurança atualizada busca sempre tratar o ambiente de trabalho de forma global e integrada.
Essa integração aparece na prática nos procedimentos de planejamento e documentação, nas avaliações médicas, nos treinamentos integrados, nos simulados que envolvem diferentes setores e profissionais. Quem atua, por exemplo, em manutenção elétrica em altura, precisa seguir à risca os dois conjuntos de regras, tornando o ambiente ainda mais controlado.
Esta visão mais ampla é também o que discutimos em publicações recentes sobre capacitação.
Como aplicar a norma em diferentes setores: exemplos do cotidiano profissional
Com base em tudo que vivencio, organizar ambientes seguros vai além do setor de construção civil. As orientações valem para:
- Indústrias em geral (metalurgia, química, alimentícia).
- Montagem de estruturas para shows, eventos e feiras.
- Instalações e manutenção de ar-condicionado e sistemas elétricos.
- Limpeza e manutenção predial.
- Serviços em torres de transmissão e telecomunicações.
Cada um desses segmentos possui desafios próprios, como a presença de agentes químicos em indústrias ou a exposição direta ao sol em serviços externos de manutenção. O segredo está em adaptar os conhecimentos prévios, combinando o rigor técnico da norma à criatividade dos profissionais das equipes, sempre sem abrir mão da documentação e das medidas preventivas.
Conclusão: como agir daqui pra frente?
Após tantos anos ouvindo histórias, ensinando e aprendendo com especialistas e trabalhadores, posso afirmar: a proteção em altura é responsabilidade compartilhada, feita de conhecimento técnico, disciplina e zelo pela vida. Cada etapa, do planejamento das atividades à escolha dos equipamentos, precisa ser alinhada à legislação vigente e constantemente aprimorada.
Se você deseja construir uma carreira sólida, atuar como referência em segurança ou manter sua empresa livre de surpresas desagradáveis, investir em capacitação, atualização e cultura organizacional voltada para prevenção é o melhor caminho.
Conheça os cursos e treinamentos da MA Consultoria e Treinamentos e potencialize suas oportunidades profissionais. Acesse nossas informações, tire dúvidas e esteja pronto para alcançar novos patamares de segurança em sua trajetória!
Perguntas frequentes sobre NR-35
O que é NR-35 e para que serve?
A NR-35 é a regulamentação brasileira que estabelece os requisitos mínimos para trabalhos em altura, definindo os procedimentos e as condições necessárias para garantir a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos nessas atividades.Ela serve para orientar empresas e trabalhadores sobre análise de riscos, uso de EPIs, capacitação, planejamento das tarefas e procedimentos de emergência, prevenindo acidentes e assegurando conformidade legal.
Quem precisa fazer o curso NR-35?
Todo trabalhador que realize atividades acima de dois metros do nível inferior, com risco de queda, deve passar pelo curso regulamentado pela NR-35. Isso se aplica a profissionais em construção civil, manutenção predial, indústrias, serviços elétricos, telecomunicações, entre outros. Supervisores, gestores e responsáveis pela segurança do trabalho também devem participar, garantindo que conhecem e possam aplicar corretamente as normas.
Quais são os requisitos para trabalho em altura?
Os requisitos incluem avaliação médica comprovando aptidão física e mental, realização de treinamento específico (teórico e prático) ministrado por instrutor qualificado, uso correto dos EPIs, análise de riscos para cada tarefa, planejamento das atividades e documentação detalhada sobre procedimentos, inspeção de equipamentos e atualização constante dos conhecimentos via reciclagem anual ou em caso de mudanças relevantes na atividade.
Como funciona o treinamento NR-35?
O treinamento regulamentado aborda conteúdos como legislação aplicada, análise de riscos, seleção e uso de EPIs, sistemas de ancoragem, procedimentos de emergência e salvamento, com atividades práticas e simulados.Ele exige carga horária mínima definida por lei (em geral oito horas), avaliações e entrega de certificado ao término. A reciclagem é obrigatória ao menos uma vez por ano, ou quando houver alterações nas funções, procedimentos ou afastamentos prolongados.
Quanto custa o curso de NR-35?
O valor do curso pode variar conforme a região, a carga horária, formato (presencial ou online), infraestrutura e material didático oferecido. Instituições reconhecidas, como a MA Consultoria e Treinamentos, apresentam preços acessíveis e condições especiais para empresas e grupos. O importante é priorizar cursos que garantam reconhecimento imediato, instrutores certificados e conteúdo atualizado conforme as diretrizes vigentes para 2026.